Bocage
Pág. 5 Ver em:
♦ História de Portugal (1899-1905)
Jagodes! Maldito! Poeta sebento! gritou a tia Anastádia...
Pág. 8
Mas a subitas reparava na condessa...
Pág. 37
- Agora a recompensa! Os queijinhos, senhora abadessa...
Pág. 51
- Sim... sim... Um dia de amor, algumas horas em que as nossas almas se confundissem
Pág. 64
- Oh! Mau padre... Tende piedade duma pobre mĂŁe.
Pág. 141
- Feliz! VĂłs? Exclamou o religioso...
Pág. 159
Ao entrar no palácio descobriu um lacaio que se entretinha a beijocar uma lépida creadinha.
Pág. 165
Convento dos JerĂłnimos
Pág. 167
- Ó desgraçado, pois tu apareces na rua dos Cavaleiros montado em semelhante sendeiro!
Pág. 175
E Viu então a Rosa com o seu ar doce de boa mulher do povo, embalando uma criança que estava metida numa profusão de roupas bordadas.
Pág. 184
- Ah! que vem gente! ... exclamou ele.
Pág. 188
D. Pedro III
Pág. 191 Ver em:
♦ História de Portugal (1899-1905)
PrĂncipe D. JoĂŁo
Pág. 192
A espada do Marialva atravessou o coração do adversário...
Pág. 210
PrĂncipe D. JosĂ©
Pág. 215 Ver em:
♦ História de Portugal (1899-1905)
- Conheceis o morto?
Pág. 221
- Juro-te que igorava esse parentesco.
Pág. 229
- É então a mim que que acusam de adversário do Alverca?
Pág. 236
MarquĂŞs de Marialva
Pág. 240
As damas esgalgavam os pescoços, os peraltas assestavam as lunetas de cabo, e no meio do silêncio e da geral ansiedade, Bocage em voz pausada, olhando o vice-rei, começava:
Pág. 246
D. Maria I
Pág. 255 Ver em:
♦ História de Portugal (1899-1905)
Senhor Bocage, sereis capaz de me fazer uns versos?...
Pág. 257
- Um beijo por recompensa!
Pág. 271
- Anda connosco, AlmeirĂŁo, Ă© a Ăşltima vez que acompanhas...
Pág. 280
-...beijando a manga do hábito.
Pág. 290
- Nunca mais verá o bobo dos Marialvas
Pág. 305
- VĂłs?! Tanto faz... ide! Ah! O vosso nome?
Pág. 309
- Salvé, camarada...
Pág. 324
Princesa D. Maria Benedicta
Pág. 337
- Preciso falar-vos, alteza real...
Pág. 339
Arcebispo de TessalĂłnica
Pág. 344
D. Carlota Joaquina
Pág. 346 Ver em:
♦ História de Portugal (1899-1905)
♦ Os guerrilheiros da morte (1899)
♦ Gomes Freire (1900)
♦ Obras completas de Almeida Garret (1904)
- Com mil raios! ajudem-me a despir!
Pág. 356
- Para bem longe! Para bem longe!...
Pág. 371
Jamais lhe conheceu um amor.
Pág. 383
- Pois eu te acostumarei, patife manhoso...
Pág. 403
PerdĂŁo, perdĂŁo fui eu que a feri
Pág. 416
-...atirou-se dum salto...
Pág. 430
- NĂŁo disseste que meu sobrinho fĂ´ra salvo por um dos seus camaradas?
Pág. 441
- PorĂ©m Ă© quase um impossĂvel...
Pág. 454
- O de passar a noite de vela em face de Santa Catarina
Pág. 469
- VĂłs nĂŁo o amais!...
Pág. 484
- Excepto quando Deus nĂŁo quer...
Pág. 492
- Pois rebenta, amigo, rebenta...
Pág. 510
- Lá vai... lá vai...
Pág. 521
- Boa noite, Armania, a formosa entre as formosas...
Pág. 551
- Lá vai soneto...
Pág. 566
- VĂłs... Rui Marecos!
Pág. 580
- GetrĂşria! murmurou ele.
Pág. 602
- Não... Não... Isto é inarrável...
Pág. 621
O solo faltou-lhe sob os pés...
Pág. 635
- A ti, meu bom amigo!...
Pág. 645
- Meu pai morreu?!...
Pág. 661
- Uma cartilha!...
Pág. 675
- Sim... mas o que nĂŁo sabem ainda...
Pág. 692
Pina Manique
Pág. 861 Ver em:
♦ História de Portugal (1899-1905)
...acercando-se dum lampiĂŁo que havia Ă esquina...
Pág. 11
José de Seabra da Silva
Pág.16
- Sentai-vos, excelĂŞncia...
Pág. 18
- Oh! Deus, que horror...
Pág. 47
- Eu?!... renegar a Deus?...
Pág. 58
- Começa assim: Não lamentes, o Nize...
Pág. 77
-...eu só me «irei» satisfeito dos vossos pés
Pág. 85
Sangrava com hábil perĂcia...
Pág. 130
Marcos Portugal
Pág. 112
Padre José Agostinho de Macedo
Pág. 116 Ver em:
♦ Obras completas de Almeida Garret (1904)
Curvo Semedo
Pág. 120
Lannes
Pág. 124 Ver em:
♦ História de Portugal (1899-1905)
♦ Gomes Freire (1900)
- Quando viaja na posta, não quando anda a pé.
Pág. 126
Gomes Freire
Pág. 128Ver em:
♦ História de Portugal (1899-1905)
♦ Gomes Freire (1900)
LuĂs XVI
Pág. 130
- Que Ă©? Donde vem?! Para onde vai?!
Pág. 134
Convento de Mafra
Pág. 140
Puxara-lhe pelo hábito com grande pressa...
Pág. 145
- Oh! VĂłs que lamentastes d'Elmano a sorte...
Pág. 276
Marquesa de Alorna
Pág. 214 Ver em:
♦ História de Portugal (1899-1905)
♦ Gomes Freire (1900)
A condessa da Ega ajudando o poeta.
Pág. 222
Aquela descida do Loreto para os Paulistas foi dolorosa.
Pág. 224
- Sr. conde, procedeis como um arrieto!
Pág. 240
- Isto vai mal, vai mal.
Pág. 244
Real Palácio de Belém
Pág. 285
NapoleĂŁo
Pág. 302 Ver em:
♦ História de Portugal (1899-1905)
♦ Os guerrilheiros da morte (1899)
♦ Gomes Freire (1900)
Junot
Pág. 320 Ver em:
♦ História de Portugal (1899-1905)
♦ Gomes Freire (1900)
Partida de D. JoĂŁo VI para o Brasil
Pág. 384
As tropas de Junot a caminho de Portugal
Pág. 386
Filinto ElĂsio
Pág. 392 Ver em:
♦ História de Portugal (1899-1905)
♦ Gomes Freire (1900)
♦ Obras completas de Almeida Garret (1904)
Palácio de Queluz
Pág. 394
Palácio de Queluz
Pág. 397
Murat
Pág. 469
Wellesley
Pág. 546
Kellermann
Pág. 554 Ver em:
♦ História de Portugal (1899-1905)
♦ Gomes Freire (1900)
Massena
Pág. 576 Ver em:
♦ História de Portugal (1899-1905)
Paulina Bonaparte
Pág. 578
Soult
Pág. 585 Ver em:
♦ História de Portugal (1899-1905)
♦ Gomes Freire (1900)
Luciano Bonatarte
Pág. 589
José Bonatarte
Pág. 592
Marechal Ney
Pág. 596 Ver em:
♦ História de Portugal (1899-1905)
♦ Gomes Freire (1900)
Manuel Fernandes Tomás
Pág. 700 Ver em:
♦ História de Portugal (1899-1905)
D. JoĂŁo VI
Pág. 705 Ver em:
♦ História de Portugal (1899-1905)
♦ Os guerrilheiros da morte (1899)
♦ Gomes Freire (1900)
♦ Obras completas de Almeida Garret (1904)
D. Carlota Joaquina
Pág. 716 Ver em:
♦ História de Portugal (1899-1905)
♦ Os guerrilheiros da morte (1899)
♦ Gomes Freire (1900)
♦ Obras completas de Almeida Garret (1904)